Menu




Devocionais
“Por isso, o Senhor espera, para ter misericórdia de vós...bem-aventurados todos os que nele esperam.” (Is 30.18)
 
      Devemos considerar não só nossa espera em Deus, mas também, o que é mais maravilhoso, a espera de Deus por nós. A idéia de Deus esperando por nós dará novo impulso e inspiração à nossa espera nele. Ela nos dará aquela certeza de que nossa espera não pode ser em vão. Vamos procurar neste momento, com um espírito de espera em Deus, descobrir o que isto significa. Ele tem propósitos gloriosos e inimagináveis para cada um de seus filhos. Mas alguém pergunta: “Se Ele espera para ter misericórdia, como é que mesmo depois que eu venho e espero nele, Ele não me dá o que peço, mas espera ainda mais e mais?”

Deus é um sábio agricultor, que “espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência”. Ele só pode colher o fruto quando estiver maduro. Ele sabe quando é que estamos espiritualmente prontos para receber a benção, de maneira que redunde em nosso proveito e em sua glória. Essa espera, sob o sol do seu amor, é que faz a alma amadurecer para receber a benção. É necessário esperar também sob a nuvem da provação, que depois se rasga em chuvas de bênçãos. Esteja certo de que, se Deus espera mais tempo do que você desejaria, é somente para tornar a benção duplamente preciosa.

Deus esperou quatro mil anos, até a plenitude dos tempos, para enviar seu Filho. Nossos dias estão nas suas mãos. Ele depressa fará justiça aos seus eleitos; apressar-se-á em nosso auxílio e não se demorará nem uma hora a mais que o necessário.

 
Fonte: Andrew Murray

CHAMADOS PARA VIVER EM PAZ
 
     “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos.” (Colossenses 3:15)

Somos orientados a ter a paz de Cristo como o árbitro do nosso coração. O árbitro é responsável pela solução de conflitos. Do mesmo modo, deve a paz atuar na vida dos que integram o corpo de Cristo, norteando-os em suas decisões, pois Deus não é Deus de confusão, senão de paz (1Co 14:33). Ele é Jeová Shalom, o Senhor é a nossa paz.

Precisamos ser guiados pela paz nas nossas determinações. E o tranqüilo caminho para encontrá-la é estar no centro da vontade de Deus. Todas as vezes que nos afastamos dos planos que o Senhor traçou para nossas vidas, a confusão ocupa o lugar da paz e não encontramos descanso. E como saberemos a vontade de Deus, a fim de que tenhamos paz em nossas decisões? Devemos nos voltar para o que diz a Bíblia a respeito do assunto. A Palavra de Deus traz orientações para a vida espiritual, inclusive para as decisões diárias de cada um de nós. Ela apresenta uma diversificada abordagem de temas que iluminarão os caminhos de quem se propor a segui-la. (Salmos 119-105). Nela encontramos direcionamentos divinamente inspirados para andarmos segundo a vontade de Deus. E quando tomamos decisões pautadas na preciosa palavra do Senhor, em conformidade à Sua vontade, um indescritível refrigério inunda a nossa alma.

O Senhor Jesus nos ensina que se permanecermos firmes na Sua palavra, verdadeiramente seremos seus discípulos (João 8:31). A palavra do Senhor deve ser para nós como um filtro a peneirar todos os nossos anseios e questões. Passará pelo crivo da Verdade de Deus, aquilo que for compatível com Sua Palavra. O que for repudiado pelas Santas Escrituras, deve ser do mesmo modo rejeitado por aqueles que buscam seguir a Cristo. Não há como adaptar ou dar um “jeitinho” nos ensinamentos da Bíblia para se amoldarem à nossa vontade. A Bíblia é imutável e seus valores são eternos. Vigoraram no passado, valem para hoje e permanecerão no futuro, porque o Senhor é Deus Eterno. (Jeremias 10:10). E o Senhor Jesus disse: “o céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.” (Mateus 24:35). Desta forma, venhamos viver e usufruir desta paz, pois servimos ao Maravilhoso Príncipe da paz, e Ele mesmo afirmou em João 14:27: “Deixo-vos a paz a minha paz vos dou...”. Fique na paz!

 
Fonte: Cristina Price Grechi

VIDA DE PASTOR
 
      Ele acorda, levanta, ajoelha e ora,

louva, consagra, jejua, exorta, sorri e chora.

Aprende, ensina, repreende, consola e abençoa.

Glorifica, prega, unge, visita, compreende e perdoa.

Semeia, cultiva, colhe, alimenta e oferece.

Acalenta, socorre, profetiza,

peleja, vence e agradece.

Santifica, ouve e cala. Dá, recebe, restaura,

triunfa, edifica, sente e fala.

Vida de pastor...

Olha o relógio, já está atrasado!

Se não tem carro, pega um ônibus apertado,

Vai ao hospital, presídio, velório, seja onde for,

em busca da ovelha perdida, pois ele é um pastor...

Seu corpo cansado aguarda a hora de ir para a cama,

E quando isso acontece, logo o telefone chama.

Levanta apressado e reconhece a voz do outro lado;

é a ovelha aflita que precisa de cuidado.

E lá se vai o pastor, levando consolo ao coração aflito.

Dos seus olhos rola uma lágrima no lugar do grito.

É a dor que se transforma na alegria da compensação

por ter sido escolhido para tão sublime missão.

É tarde quando volta para casa,

e neste momento a esposa diz:

“Hoje é o nosso aniversário de casamento”.

O clima de festa, a mesa arrumada...

mas a comida esfriou... e sem jeito diz:

perdoa meu amor, esta é a vida de pastor.

Ele acorda, levanta, ajoelha e ora, louva, consagra, jejua, exorta, sorri e chora. Aprende, ensina, repreende, consola e abençoa. Glorifica, prega, unge, visita, compreende e perdoa. Semeia, cultiva, colhe, alimenta e oferece. Acalenta, socorre, profetiza, peleja, vence e agradece. Santifica, ouve e cala. Dá, recebe, restaura, triunfa, edifica, sente e fala. Vida de pastor... Olha o relógio, já está atrasado! Se não tem carro, pega um ônibus apertado, Vai ao hospital, presídio, velório, seja onde for, em busca da ovelha perdida, pois ele é um pastor... Seu corpo cansado aguarda a hora de ir para a cama, E quando isso acontece, logo o telefone chama. Levanta apressado e reconhece a voz do outro lado; é a ovelha aflita que precisa de cuidado. E lá se vai o pastor, levando consolo ao coração aflito. Dos seus olhos rola uma lágrima no lugar do grito. É a dor que se transforma na alegria da compensação por ter sido escolhido para tão sublime missão. É tarde quando volta para casa, e neste momento a esposa diz: “Hoje é o nosso aniversário de casamento”. O clima de festa, a mesa arrumada... mas a comida esfriou... e sem jeito diz: perdoa meu amor, esta é a vida de pastor.

 
Fonte: Pr. Antonio Carlos de Lima

A Importância da Evangelização
 
     Evangelização, em síntese, é a ação de evangelizar. Esta palavra é usada pela primeira vez na Bíblia no Salmo 49.9. Evangelização é proclamar o evangelho, ou seja, anunciar as boas novas de salvação. A palavra evangelizar ocorre 52 vezes no Novo Testamento.

Exercer a evangelização é alcançar o homem fragilizado pelo pecado com as boas novas de alegria e de salvação. A idéia fundamental de evangelização é a de passar a experiência de conversão para outros. Deve-se entender que proselitismo e comunicação de preceitos de determinada religião, ou seita, não constitui uma evangelização relevante.

Tampouco toda pregação significa evangelização. Há quem pregue, pregue e as pessoas continuam no endereço ou a caminho do inferno. Evangelização significa ação, é praticar o evangelismo em sua realidade. É produzir frutos e dar muitos frutos (Jo 15.5).

Existem algumas realidades que podem definir o que é evangelização, entre elas, apresento sete:

1-Levar as boas novas de que Jesus é o Senhor, sobre tudo, sobre o universo físico, sobre a história, sobre o pecado, sobre Satanás, sobre a morte.

2-Jesus mostrou que está interessado em realizar, em cada pessoa, mudanças significativas que lhes proporcione uma melhor qualidade de vida e as capacite à vida eterna.

3-Proclamar que o evangelho está nas prioridades de Jesus. A salvação dos homens está em primeiro lugar (Lc 19.10; Mt 6.33; Jo 6.27; Lc 10.20).

4-Evangelizar é apresentar Jesus Cristo no poder do Espírito Santo, para que os homens ponham sua confiança em Deus e entendam e aceitem que Jesus Cristo é o único caminho, a única verdade, a única esperança de salvação e que Nele há vida eterna.

5-Evangelizar denota a atitude de uma pessoa que outrora era um mendigo, agora diz a outro mendigo onde se encontra alimento nutritivo para sua vida no seu duplo aspecto. Podemos exemplificar este fato com a ação de quatro leprosos, conforme está escrito em 2Reis 7.

6-Evangelizaçã o é o esforço extensivo dos salvos entendendo que Jesus salvou o homem visando a dois objetivos: levá-lo ao céu e fazê-lo discípulo. Isto é, cada salvo deve levar outros a salvação.

7-Evangelizaçã o é uma missão da Igreja cujo objetivo é levar os homens a reconhecer sua condição de pecadores perdidos a crer em Jesus Cristo, arrependendo- se dos seus pecados e confessando Jesus Cristo como único Salvador diante dos homens (Lc 12.8-9).

Portanto, a importância da evangelização diz bem que importa que o evangelho seja pregado primeiramente entre as nações (Mc 13.10); secundariamente, nos livra da acusação divina (Ez 3.18); e, em terceiro lugar, os homens não têm por que nos acusar. "Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos" (Jr 8.20).

Conclusão Partindo da premissa de que cada salvo deve ser um evangelista, convém meditar em 2Timóteo 4.5: "Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra dum evangelista, cumpre o teu ministério".

 
Fonte: Pr. Natanael Menezes Cruz

NADA É POR ACASO....
 
     Há uma igreja nos EUA chamada "Almighty God Tabernacle" (Tabernáculo do Deus Todo-Poderoso). Num sábado à noite o pastor dessa igreja ficou trabalhando até mais tarde e decidiu ligar para sua esposa antes de voltar para casa.

Era por volta das 22h. A esposa não atendeu ao telefone, apesar do pastor deixar tocar várias vezes. Ele pensou que sua esposa estivesse ocupada e continuou a fazer mais algumas coisas.

Mais tarde, ele tentou de novo e sua esposa atendeu de imediato. Ele perguntou por que ela não havia atendido antes e ela disse que o telefone sequer havia tocado. O pastor ficou bravo, esquecendo-se de que deveria ser um marido compreensivo.

Na segunda-feira seguinte, o pastor recebeu um telefonema no escritório da igreja do número que ele havia discado no sábado à noite. O homem com quem falava queria saber o por que o pastor havia ligado para ele no sábado. O pastor não entendeu o que aquele homem estava dizendo. Então, o homem disse: "O meu telefone tocou, tocou, mas eu não atendi".

O pastor então lembrou-se do engano e pediu desculpas por perturbá-lo, explicando que ele havia tentado falar com sua esposa. O homem respondeu: "Tudo bem. Deixe-me contar minha história: Eu estava planejando me suicidar no sábado à noite. Antes, porém, eu orei dizendo: 'Deus, se tu existes e estás me ouvindo e não queres que eu faça isso, dá-me um sinal, agora'". Naquele momento, o telefone começou a tocar. Eu olhei para o identificador de chamadas e lá estava escrito: "Almighty God" (Deus Todo-Poderoso). E eu fiquei com medo de atender!"

Nem sempre podemos saber a importância de um telefonema ou e-mail enviado a um amigo ou até por engano a alguma pessoa. Não se chateie se, de repente, perceber que o fez por engano. Deus nunca se engana.

 
Fonte: Autor desconhecido

O fermento dos fariseus.
 
     Os fariseus também sofrem preconceito. Não devemos fazer generalizações ou discriminar nem quando tratamos do farisaísmo. É verdade que eles se contaminaram com um fermento sutil, que Jesus de Nazaré chamava de hipocrisia, mas não merecem ser execrados inteiramente; os fariseus não eram completamente maus.

Primeiro, é preciso entender o sentido da palavra hipocrisia; no contexto dos fariseus, significa falsidade, dissimulação, mera representação, incoerência. Um hipócrita religioso, então, seria alguém que prega, mas não vive; um santarrão público; um pecador nos bastidores. Mas existe outra possibilidade, que acredito mais próxima do Evangelho. A hipocrisia dos fariseus era, na verdade, inversa. Eles eram bons quando se distanciavam do exercício da religião, mas, péssimos quando se investiam de suas funções oficiais; eram perversos nos conclaves, jóias em casa.

Como Jesus lidou com os fariseus em ambientes distintos, basta observar o comportamento deles para notar a diferença. Em almoços, nas conversas em “off”, os fariseus eram afáveis, curiosos e abertos para conceitos novos – Nicodemus, por exemplo. Mas no instante em que se sentavam para deliberar sobre religião viravam pessoas horrorosas. Jesus não evitava encontrá-los fora dos templos, mas não comparecia às suas reuniões oficiais – não dava! O vovô Anás não devia ser tão ruim, mas Anás, chefe do templo, se revelou um facínora capaz de conspirar a morte de um homem bom.

Se a hipocrisia revelada pelo farisaísmo naquele tempo era o oposto do que se imagina, o mesmo continua a acontecer. Conheço pastores bem legais quando se acompanham dos filhos e dos netos. Já viajei com alguns e testemunho que foram companhias agradabilíssimas. Mais tarde, porém, eles me apavoraram. Reencontrei-os na direção de “plenárias deliberativas” e tremi. Desfigurados pelo título, pelo paletó e a gravata e pela empáfia do cargo, mostraram-se implacáveis, legalistas e maquiavélicos. Não se pareciam em nada com meus antigos colegas de viagem. A religião adoece porque lida com três forças avassaladoras: poder, dinheiro e fama. E o seu perigo aumenta quando o nome de Deus é reivindicado para autenticar as ações. Facilmente um sacerdote pode usar a Bíblia ou o respaldo da instituição para escudar escolhas nefastas. Que tentação!

Quando tomado por essa falsa onipotência, o religioso derruba quem estiver no meio do caminho; consciente da verdade como revelação divina, elimina quem julgar nocivo; imbuído de missão sagrada de conquistar o mundo, arrasa possíveis inimigos. Nessa trilha, o líder religioso vai se desfigurando, desfigurando, até tornar-se um iníquo. Paulo advertiu a Timóteo que os “últimos dias” seriam difíceis (2Tm 3.1); previu os sacerdotes com a “forma de piedade, mas negando-lhe o poder”. Disse, inclusive que seriam inescrupulosos a ponto de entrarem “sorrateiramente nas casas para seduzir mulheres incautas”; donos de um perfil tão pernicioso se pareceriam com bandidos comuns (como um pastor pode caber numa lista dessas?).

“Sabe, porém, isto: Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis; pois os homens (leia-se, "os líderes religiosos") serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, antes amigos dos prazeres que amigos de Deus”.

O maior desafio de um líder religioso não é só viver o que prega, mas converter sua religião ao que vive em sua vida particular; deixar que a sua humanidade transborde para os espaços eclesiásticos; de colarinho clerical continuar tão humano quando vestia bermuda. Soli Deo Gloria.

 
Fonte: Ricardo Gondim.

 
Copyright © 2008 - Price´s Ministry                                         Todos os Direitos Reservados                                                 By Multygraf
Home Fale com o Pastor!